Sábado, 13 de junho de 2026
Eleições Peru 2026: quem vencer herdará país que terá seu nono presidente em dez anos
Internacional
Educação Financeira ganha destaque em Mariluz com certificação de professoras participantes de programa do Sicredi
Cidades
Programa Castra Pet realizou 146 castrações de cães e gatos em Mariluz
Cidades
Saúde de Mariluz reforça a vacinação como uma das principais formas de prevenção de doenças
Cidades
 Saúde, Vigilância Epidemiológica e diretores de escolas e CMEIs alinharam ações do Programa de Vacinação na Escola
Cidades
Secretaria Municipal de Assistência Social de Mariluz recebeu o Selo FNAS, concedido pelo Fundo Nacional de Assistência Social
Cidades
Município de Mariluz realizou a entrega oficial de implementos agrícolas, micro-ônibus e de um veículo Polo
Cidades
Golpe envolvendo vereador de Tuneiras D’oeste pode ser milionário
Cidades
Agricultores de Campo Mourão reduzem custos de produção na safra 25/26
Cidades
TRE-PR multa Zeca Dirceu em R$ 15 mil por chamar Deltan 'criminoso' e 'inelegível
Política
Alvaro Dias lidera com folga disputa ao Senado no Paraná, aponta Paraná Pesquisas
Política
Agricultura Orgânica: mulheres rurais participam de treinamento para atender merenda escolar em Moreira Sales
Cidades
Em Campo Mourão; Megaoperação da Polícia Civil prende pai e filho e apreende veículos e dinheiro
Polícia
Pedidos de financiamento chegam a R$ 3,5 bilhões no BRDE do Paraná, 30% acima do ano passado
Economia
Sentimento afetivo faz o eleitor enxergar somente Lula e Flávio Bolsonaro
Brasil
Geral

09/04/2026 às 21h46 - atualizada em 09/04/2026 às 21h57

244

Redacao

Maringá / PR

Paraná lidera fornecimento de carne suína para o mercado nacional pelo 8º ano seguido
Do total de 1,23 milhão de toneladas (t) produzidas no Estado, aproximadamente 990,48 mil t foram destinadas ao consumo interno. O desempenho do Paraná como principal fornecedor pode ser atribuído a um conjunto de fatores. Entre eles, destaca-se o fato de o Estado ser o segundo maior produtor de carne suína do País.
Paraná lidera fornecimento de carne suína para o mercado nacional pelo 8º ano seguido

O Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (9), destaca que em 2025 o Paraná destacou-se como principal fornecedor de carne suína para o mercado interno brasileiro pelo oitavo ano consecutivo, segundo dados da Pesquisa Trimestral de Abate do IBGE e do Agrostat/Mapa. Do total de 1,23 milhão de toneladas (t) produzidas no Estado, aproximadamente 990,48 mil t foram destinadas ao consumo interno. Esse montante representa 23,7% do comércio interno de carne suína no Brasil, que alcançou 4,18 milhões de t.


Santa Catarina manteve-se na segunda colocação, com 851,91 mil t comercializadas internamente, equivalentes a 20,4% do total. Na sequência vieram Rio Grande do Sul, com 676,96 mil t (16,2%), Minas Gerais, com 642,31 mil t (15,3%), e Mato Grosso do Sul, com 263,59 mil t (6,3%). O desempenho do Paraná como principal fornecedor pode ser atribuído a um conjunto de fatores. Entre eles, destaca-se o fato de o Estado ser o segundo maior produtor de carne suína do País e o terceiro maior exportador, tendo destinado apenas 19,2% de sua produção ao mercado externo no último ano. Em comparação, Santa Catarina, líder em produção e exportação, direcionou 46,8% de sua produção às exportações, enquanto o Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor e segundo maior exportador, destinou 33,5% ao mercado externo.


BOVINOS – Na pecuária de corte, o cenário para os bovinos é de cotações firmes no atacado, ao longo de março, impulsionadas pela oferta restrita de animais prontos e pela demanda externa aquecida. Dados do Deral apontam valorização de 4% e 4,3% no dianteiro e traseiro, respectivamente, no atacado. Vale ressaltar que, mesmo durante a Quaresma, quando o consumo tende a enfraquecer, não houve pressão relevante de queda nas cotações.


“A produção brasileira de cogumelos não é capaz de suprir a demanda, sendo necessária a importação do produto de outros países para o mercado interno, demonstrando que é um mercado promissor. Isso coloca o Paraná em posição estratégica para expandir sua produção e reduzir a dependência de importações brasileiras, que em 2025 somaram mais de 12 mil toneladas”, destaca o médico veterinário e analista do Deral, Roberto Carlos Andrade.


CHUVAS NO CAMPO – A resiliência do setor agropecuário paranaense diante dos desafios ocasionados pela falta de chuvas em algumas regiões do Estado também é destaque do boletim. No Paraná, as lavouras de milho e feijão da segunda safra enfrentam um período de atenção devido à irregularidade das chuvas e ondas de calor.


Mas, segundo o Deral, o retorno recente das precipitações em algumas regiões trouxe um alívio momentâneo ao estresse hídrico, mantendo a perspectiva de recuperação produtiva caso o clima se estabilize. “No campo do feijão, por exemplo, os produtores viram uma valorização expressiva do tipo carioca, que acumulou alta de 48% em 12 meses, incentivando um aumento de 3% na área deste cultivar”, explica o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho.

Clique nas imagens abaixo para ampliar:
O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

0 comentários

Veja também
Facebook
© Copyright 2026 :: Todos os direitos reservados